Plano de aula - Terceira Série - Ensino Médio
Aquecimento Global
-Pesquisar em livros, revistas, jornais, internet sobre o assunto.
-Ler e debater o assunto em grupos.
-Cada grupo deve elaborar uma ação viável para evitar e ou diminuir o problema, envolvendo sua casa, escola, comunidade, cidade ou mais(reciclagem de lixo,uso racionado de água, de energia,etc)
-Apresentar ao grande grupo as propostas e colocá-las em prática.
-Apresentar os resultados.
Relato das atividades efetuadas na quinta - feira 15/05/2007
Olá!
No dia 15/03 foram vistas novas ferramentas da internet para serem utilizadas com os alunos.A wikipedia foi explorada em parte e procuramos a localização da escola que trabalhamos.
O mapa interativo de Santa Catarina também foi trabalhado.Nesse vimos a altitude, distância entre cidades,enfim, conhecemos as demais ferramentas do mesmo.
O google Earht foi visto por último. Nesse acessamos e nos localizamos.Vimos a diferença entre os outros que trabalhamos.
19/12/2005 O clima dos últimos 650 mil anos
Cada vez mais se discute os possíveis efeitos do aquecimento global. É também cada vez maior o número de estudiosos que afirma que as causas do aumento das temperaturas globais estão intimamente relacionadas à ações antropogênicas resultantes da queima de combustíveis fósseis que geram grandes emissões de dióxido de carbono, o principal gás gerador do efeito estufa.
O texto a seguir, de autoria do biólogo Fernando Reinach e publicado no jornal O Estado de São Paulo (7/12/2005), revela mais elementos científicos para entendermos melhor esta que é para muitos especialistas, uma das principais questões ambientais do século XXI.
Nosso planeta está esquentando e muitos acreditam que isso se deve à queima de combustíveis fósseis. Por outro lado, é possível que a Terra esteja simplesmente passando por um ciclo natural de aquecimento. Uma possível solução para esse dilema vem de um experimento no qual se determinou como a quantidade de CO2 e a temperatura da atmosfera variaram nos últimos 650 mil anos.
A neve seqüestra amostras da atmosfera em que se formou em pequenas bolhas de ar. A cada ano se firma uma nova camada de gelo na Antártida com amostras do ar daquele ano. Coletando as camadas de gelo é teoricamente possível reconstituir as alterações que ocorreram na atmosfera ao longo dos anos. Para tanto basta fazer um poço e retirar o gelo do buraco. A primeira camada corresponde à neve de 2004, a segunda à de 2003 e assim por diante.
Um time de cientistas fez um estudo desse tipo em uma região da Antártida chamada Dome Concórdia. O poço foi feito no topo de uma cordilheira de gelo de 3.200 metros de altura. Para recolher o gelo acumulado nos últimos 650 mil anos foi necessário fazer um furo de 3 mil metros de profundidade. A operação é difícil. Foi preciso cavar um poço fundo em uma das regiões mais frias do planeta. Além disso, cada naco de gelo retirado teve de ser cuidadosamente preservado.
O ar preso nas bolhas das camadas de gelo foi analisado. Primeiro se mediu a concentração de CO2 no ar das bolhas, depois a razão entre o deutério e o hidrogênio, o que permite calcular a temperatura do ar no ano em que ele foi seqüestrado. O resultado final é um gráfico que mostra como vaiou a quantidade de CO2 e a temperatura do ar ao longo dos últimos 650 mil anos.
O gráfico permite várias conclusões. O perfil obtido no Dome Concórdia confirma os dados de um outro perfil obtido na estação de Vostok. Os dois perfis demonstram a existência de ciclos de aquecimento e resfriamento que duram 100 mil anos. Durante cada ciclo a atmosfera esquenta e esfria acompanhando o aumento e a diminuição da quantidade de CO2. Também se observou que em nenhum dos seis ciclos que cobrem os 650 mil anos, a quantidade de CO2, passou de 300 ppm (partes por milhão), variando de 190 a 300 ppm. O último ciclo, que se iniciou faz 25 mil anos, com baixas temperaturas e 190 ppm de CO2, estava no seu pico, com 280 ppm de CO2, no início da Revolução Industrial. A partir de então, a quantidade de CO2 continuou a aumentar e hoje está em 370 ppm.
São duas as conclusões. Primeiro: os níveis atuais de CO2 na atmosfera são os maiores dos últimos 650 mil anos. Segundo: estes níveis foram atingidos após iniciarmos a queima de combustíveis fósseis, o que ocorreu exatamente quando a atmosfera já estava na sua temperatura máxima. Esses resultados reforçam a teoria que responsabiliza a queima de combustíveis fósseis pelo aquecimento global.
Nas últimas seis vezes em que houve um aumento de CO2 um mecanismo ainda desconhecido reverteu o aquecimento. Vamos torcer para que esse mecanismo ainda esteja em ação, porque no ritmo que a humanidade vem queimando petróleo, e dada a resistência mostrada por diversos países em reduzir suas emissões de CO2, só nos resta pagar para ver.
Mais informações em Stable carbon-cycle climate relationship during the late pleistocene, na revista Science, volume 310, página 1313, de 2005.
Fernando Reinach é biólogo.
Texto extraído da revista Pangéia
PREVISÕES DA POPULAÇÃO MUNDIAL PARA A METADE SÉCULO XXI
Nos dias que correm vêm ocorrem e se cristalizam importantes mudanças na composição e na dinâmica da população mundial. Apesar de muitas dessas transformações terem se iniciado nas últimas décadas do século XX, pode-se afirmar que ao longo do século atual, a população do planeta será maior, crescerá em ritmo mais lento, será cada vez mais urbana e também mais idosa do que foi nos últimos 100 anos.
Assim como ninguém que tenha vivido até 1930 conseguiu presenciar a população mundial dobrar de tamanho, tudo indica que nenhum ser humano nascido após 2050 viverá tempo suficiente para testemunhar esse fenômeno novamente. Nunca é demais recordar que o ritmo máximo de crescimento da população mundial foi atingido por volta da segunda metade da década de 1960 e se o total de seres humanos no planeta só atingiu seu primeiro bilhão no início do século XIX, atualmente esse número é incorporado à população mundial a cada 15 anos.
Segundo estimativas, em 2050, o planeta deverá abrigar um número pouco superior a 9 bilhões de habitantes, isto é, mais ou menos 2,5 bilhões de pessoas a mais do que possui atualmente. Esse aumento corresponde ao número de pessoas que o mundo possuía em 1950. Atualmente, a cada ano são incorporados à população do planeta, cerca de 75 milhões de seres humanos, isto é, um pouco menos da metade da população brasileira, ou cerca de quase duas vezes o contingente populacional da Argentina.
Todavia, a dinâmica do crescimento demográfico mundial é muito desigual. Estima-se que ao longo dos primeiros 50 anos do século XXI, a população de alguns países asiáticos, como o Afeganistão e um grande número de nações da porção subsaariana da África (como Libéria, Uganda, Burundi, Chade e Congo), assistirão seu contingente populacional triplicar. Deve-se recordar que estes países estão entre os mais pobres do mundo. Mesmo tendo taxas de mortalidade acima da média mundial, os países em questão têm apresentado taxas de natalidade persistentemente altas. Nesses países, em média, uma mulher tem o dobro de filhos do que as mulheres que vivem nas nações mais ricas.
Cerca de metade do incremento populacional que ocorrerá até 2050, terá como “responsáveis” nove países: Índia, Paquistão, Nigéria, República Democrática do Congo, Bangladesh, Uganda, Estados Unidos, Etiópia e China. A surpresa fica por conta da presença dos Estados Unidos nesta lista, fato explicado pelo alto número de imigrantes que o país deverá receber ao longo das próximas décadas.
Por outro lado, pelo menos 50 países, a maioria de alto nível econômico, como a Alemanha, o Japão e a Itália, provavelmente terão uma diminuição de sua população em termos absolutos. Outros países, embora com um padrão econômico inferior ao dos países citados, como é o caso da Rússia, também deverão ter sua população diminuída. O exemplo russo é emblemático, pois reflete a falência dos sistemas públicos de saúde e o incremento de mortes causadas por câncer, doenças cardíacas, alcoolismo, suicídios e homicídios, decorrentes da brutal queda do padrão de vida após o fim da União Soviética.
O século XX foi o único da história em que o número de jovens foi maior que o de idosos. Até a metade do século passado, o contingente de crianças com idade inferior a 5 anos era maior que a de pessoas com mais de 60 anos. Atualmente, cada um desses grupos etários corresponde a 10% da população mundial, mas daqui para frente, os idosos serão cada vez mais numerosos. Contudo, o envelhecimento da população não ocorre de forma semelhante em todos os países. Em 2050, nas regiões mais desenvolvidas do mundo, uma em cada três pessoas terá mais de 60 anos, enquanto que nas áreas menos desenvolvidas elas serão cerca de 20% do total.
Mantendo as tendências demográficas observadas na atualidade, até 2050 a quase totalidade do crescimento da população mundial acontecerá em áreas urbanas. Estima-se que por volta de 2007, o número de pessoas morando em cidades será superior ao contingente de pessoas do campo. As populações urbanas crescem mais rápido nos países pobres do que nos países mais ricos. Aproximadamente 60% do crescimento urbano nos países pobres será devido ao crescimento vegetativo ao qual será acrescido o êxodo rural, fenômeno que ocorrerá com maior intensidade no sul, sudeste e leste da Ásia e também na África Subsaariana.
As projeções que indicam bilhões de pessoas a mais nos países pobres, mais idosos no mundo, juntamente com a expectativa de um crescimento econômico mundial maior que o atual, levanta questões sobre o grau de sustentabilidade da população atual e futura.
A principio, nosso planeta pode fornecer espaço e alimento para pelo menos três bilhões a mais de pessoas das que existem atualmente. O problema é que grande parte dos 6,5 bilhões de seres humanos que vivem atualmente na Terra, não se satisfaz apenas em ter o que comer.
Segundo organismos internacionais que estudam o problema, estabelecendo-se uma relação entre alimentos, energia e recursos naturais, na atualidade, os habitantes da Terra já estariam consumindo 42,5% além da capacidade de reposição da biosfera, déficit que tem aumentado cerca de 2,5% ao ano. Se todos os seres humanos passassem a consumir o que consome um europeu ou um norte-americano, seriam necessários três planetas como o nosso!
Texto extraído da revista Pangéia- publicado dia 14/11/2005
A destruição do planeta

A contaminação do ar, das águas e do solo, seja pela queimada de florestas, pela emissão de gases tóxicos das indústrias químicas e de beneficiamento de minerais, ou pelas toxinas geradas na decomposição do lixo urbano, todos afetam profundamente os ecossistemas e o estado de saúde das populações, mormente as pessoas idosas e as crianças. Entretanto, a questão do bem-estar e de qualidade de vida não pode ser reduzida aos problemas ambientais apenas. Estes estão ligados inextrincavelmente aos problemas de saúde pública e coletiva, às condições inadequadas de moradia e falta de saneamento, de água, energia e outros serviços básicos.
Devemos considerar o meio ambiente como o espaço produzido e transformado, muitas vezes destruído e reconstruído pelos atores sociais, em nível local, nacional e internacional. Por ser um processo que permeia todas as atividades humanas, despertando acirradas discussões e conflitos de interesses, repercute no cenário social e político das nações e nas relações internacionais.
O efeito estufa estaria estreitamente ligado ao aumento da ocorrência e intensidade de inundações e secas, ambas resultando em redução das reservas de água potável. O aquecimento da atmosfera provoca também o aumento da mortalidade de idosos e crianças em decorrência do crescimento dos casos de doenças pulmonares e do aparelho digestivo. Contudo, a maioria dos governos, pressionados por poderosos interesses econômicos, procura postergar e protelar a adoção de medidas de precaução e de prevenção, baseadas em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias alternativas.
http://www.espacoacademico.com.br/047/47rattner.htm
A cada dia que passa, os pequenos gestos em preservação do nosso planeta fazem a diferença.
O coração da Terra já bate acelerado. Vamos cuidá-la.
Um abraço!!!
Planeta Terra está perigo

As notícias sobre ameaças ao meio ambiente são tão freqüentes que algumas pessoas começam a desconsiderá-las, talvez até pensando: “Desde que não afete a minha vida, isso não me preocupa.” Mas quer nos demos conta disso quer não, a destruição indiscriminada do meio ambiente afeta a grande maioria das pessoas. Visto que a poluição está por toda parte, é provável que já afete vários aspectos da nossa vida. Por isso, todos nós deveríamos nos preocupar com a saúde e a preservação do nosso lar. Afinal, onde moraríamos caso a Terra se tornasse inabitável?
Apresentação
Nome: Salete T. Luchezi
Estado civil: Casada
Filha: Magnóli
Profissão: Professora
Local de Trabalho: E.E.B.Juracy Maria Brosig
Disciplina: Geografia